• Deputada Analice trabalha na apuração do acidente na Linha 4

    A deputada estadual Analice Fernandes faz parte da Comissão Especial pluripartidária que investiga as causas do acidente ocorrido na estação Pinheiros, na Linha 4 do Metrô, no último dia 12 de janeiro. A comissão já ouviu técnicos, fiscais, engenheiros responsáveis pelas obras do Metrô, especialistas na área da engenharia e representantes do sindicato dos metroviários. Nesta última quinta-feira, começaram a ser ouvidos profissionais contratados pelo consórcio da Linha Amarela.

    “Na verdade, é preciso que se aguarde o laudo técnico do Instituto de Pesquisas Tecnológicas para sabermos as causas técnicas do acidente, enquanto isto a Comissão tem como função ouvir os envolvidos na questão, para que possamos fazer um relatório que aborde também outros aspectos das obra, como o contratual, e o de responsabilidades”, afirmou a deputada Analice Fernandes.

    Para Analice todos os esforços devem ser feitos para que as obras não atrasem, ainda mais.

    “Precisamos garantir a cidade de São Paulo e a região metropolitana, que as obras continuem de forma segura. O acidente, infelizmente trouxe enormes prejuízos, principalmente pela morte das 7 pessoas”, lamentou a deputada.

    A paralisação dos trabalhos em parte  da linha amarela determinada pelo governo de São Paulo até a realização de laudos de segurança, que serão avalizados pelo IPT.

    Na prática, a conclusão da primeira fase da linha 4 (6 das 11 estações do trecho Luz-Vila Sônia), inicialmente programada para dezembro de 2008  deve ser postergada em mais dois meses, conforme avalia o consórcio.

    As construtoras, em contrapartida, vão arcar com os custos decorrentes da paralisação, além de pagar R$ 1,8 milhão ao IPT para a análise dos laudos.

    O consórcio obteve a liberação de atividades em pontos da linha 4 (em estações da primeira etapa), além da garantia de escavação pelo tatuzão nas próximas semanas. A justificativa foi a necessidade de resguardar a segurança das instalações. As mais afetadas serão seis frentes de escavação de túnel e cinco de estações de um total de 23.

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